Por saber meus limites,
Por saber o quanto cumpro,
Por saber o que poderá ser o futuro,
Não
cumpro nada do que me dizes!
Socorro-me de antemão
De
algo, como a solidão.
Ajusto-me ao espaço reduzido
Aceito com afinco o que me foi concedido,
(Por
deuses talvez?)
E em contramão me auxilio,
Desta corrente de gente
Deste
murmúrio vazio
Da voz, creia eu, do coração…
Mas
não,
É a voz firme da razão!
J.Hope

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