Tempo que me paras
Que me amarras os pulsos
Que me dilatas as narinas
E me soltas inquietudes!
Que foges com horas e minutos
Que me franqueias os meus músculos
E corrompes as minhas células.
Rebuscas em mim suor e tremores
De, talvez, muitos amores
E que depois me soltas no infinito
E me marcas com o sucedido
Nas fibras da minha memória!
J.Hope

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