Por tantos lados derramei a minha solidão
Por tantas ruas errei à míngua de te encontrar,
De te cantar aos meus pensamentos
De te descrever aos meus sentidos.
E de te imaginar! A ti!
Tua alma nua só pra mim!
E de tanto pensar
E de tanto caminhar
Fui ter onde estava,
A um beco com varandas suspensas
Cheias de nada;
Subo desolada e
sento-me de novo onde
me encontrava
Perdida na cadeira forrada de madeira.
J.Hope

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