O efeito que tens sobre
mim excede qualquer ideia,
Qualquer que seja a minha vontade e qualquer que seja a
minha acção
Ages sobre mim e torno-me como um vulcão.
Este andar no fim da linha é inseguro,
Tremo por poder cair para o outro lado,
Lado dominado pela tua tensão e pela tua acção.
Não sei lidar com essa tua atenção,
Ou
falta dela.
Sou ou não um pêndulo do tempo na tua mão?
A passagem do tempo traz-me uma emoção,
E uma leve sensação de pertença,
De existência nesse teu mundo por descobrir.
Vaguearei por essas tuas ruas de racionalização?
Ou tudo isto não passou de uma má indicação,
De uma rua que tomei por falta de atenção,
E vim dar ao cais do mundo.
Cais longe da solidão.
J.Hope

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