Desfaço-me de palavras
De sílabas e sonetos.
Profiro odes em teu nome
Mas, não consigo criar em mim a
Tua imagem.
Desfazes-me a pele!
Pedes-me o mundo!
Pedes-me o escalpe e as sinapses.
Contraio! Empurras! E quebras…
Quebras-me os sentidos e
A solvabilidade da minha empresa.
Empresa construída
De pulmões, pernas e boca.
E quebras…
E eu desfaço-me.
Sem comentários:
Enviar um comentário